ஜ Ver-te ஜ


Queria ver se te via, se te falava e enchia esse teu coração de alegria.
Queria ver se te beijava, te abraçava e dizia tudo o que ficou por dizer.
E se me respondias, era tão bom, tão bom ouvir-te dizer aquelas palavras outra vez, mas ainda com mais sentido.
Morro de tristeza, enquanto morres da dor da doença.
O medo espalha-se, medo de nunca vir a concretizar o que quero a teu lado.
Foges-me das mãos tão calmamente que até me passo!
E depois nem consigo ver-te.
Mas eu quero ver-te, eu preciso de te ver!
Tudo em ti me tranquiliza, tudo em ti me faz dar voltas e voltas e questionar "Que raio de paixão é esta tão imprudente?".
E o teu sorriso, e o teu suave rosto, e a tua doce e falsa inocência faz-me ficar cada vez mais louca por ti.
E por isso preciso de ver-te, deixa-me, presenteia-me com a tua presença nos meus horríveis dias, diz que me amas e deixa-me amar-te da forma que amo, e do jeito que sou.
Deixa-me abraçar-te com força e beijar-te de leve, como outrora fiz, numa vida sem sentido em que o meu único sentido eras tu.

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